quinta-feira, 27 de maio de 2010

A narrativa seriada

A televisão é composta por diversas narrativas, e sua programação é freqüentemente concebida em formas de blocos onde varia de acordo com cada modelo de televisão. Televisões comerciais têm blocos de menor duração que televisões públicas. Nas formas narrativas é geralmente estruturado sob a forma de capítulos ou episodio cada um deles apresentado em um dia ou horários diferentes separados em breaks, para comerciais ou para outros programas a seguir. Existem três tipos de narrativas seriadas, primeiro é o caso das novelas, pois existem mais de um conflito básico que é estabelecido logo no inicio dos capítulos e vai desenvolvendo-se ao longo da audiência.Segundo é, cada transmissão é uma historia completa, com começo meio e fim, onde sempre repete apenas os personagens, mas a historia varia, como por exemplo, Os Aspones ou Cilada.
Cilada onde Bruno Mazzeo, de um jeito divertido enfrenta diversos conflitos, onde ele esta sempre numa situação constrangedora e diversas formas de tentar encarar ou se livrar de uma situação cómica.
Já o terceiro tipo o que preserva é a essência da historia onde pode variar os artistas e ate mesmo o roteiro.



Os Aspones é um seriado com os mesmos personagens, só muda a situação cômica, em episódios, onde os personagens vivem situações engraçadas que acontece num escritório, típica vivência de trabalho, a historia se passa numa repartição publica, onde todos os funcionários são personagens fora do comum, e um chefe com complexos, que adora as musicas de Oswaldo Montenegro que para ele é um grande inspirador.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Acordar e não ver o sol, é estar dormindo!



Você passa todos os dias inutilmente, por aquela calçada
e nunca viu aquela pedrinha.
Pedrinha que brilha com o sol de dia
e com a lua a noite.
Ela passa a fazer de tudo para chamar sua atenção
E você nunca viu aquela pedrinha?
Quando chove, ela permanece ali sem guarda chuva
Sem toca, e sem capa,
você, ocupado com o gel, com o cabelo.
Faz calor, ela ainda ali, com sede, mas ainda ali
E você preocupado com ponteiros do relógio!
É tarde e ela ainda esta ali, do mesmo jeito
Da mesma cor, sempre alegre...
e você...nunca viu aquela pedrinha
Mas ela continua ali, tentando,
e você...o terno engomado que o importa!
No frio ela o cobre,
De noite, vigia teu sono
Para ela não importa se tem só arroz, ou se tem mistura
Se o sapato é novo ou é chinelo,
quer você ao lado.
Ate que os dias inutilmente por aquela calçada,
a única vez que realmente a percebe,
não é só uma pedrinha, é teu diamante.
Um Gari a varre, a leva embora...

(Desireé)

sábado, 15 de maio de 2010

Faça-me silêncio

Sobrara só de mim,
hoje a carcaça,
porque minha mente
estará em repouso.
Espero repousar logo,
em meu leito eterno só um suspiro
que seja o ronrono de um bichano.
Ao cair num silencio profundo,
ainda que o corpo parado no espaço.
Ele virá ao meu encontro,
Num encanto
Que eu canto
Mas só por enquanto
Justo neste conto,
Que lês conto.
Por que jaz não sou mais a mesma.
Faça-me aquele...
aquele cafuné!

(DESIREÉ)

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Quais os motivos?




Parte de um todo vazio e sem sentido!
Uma gota num planeta de água!
Ninguém é sempre vencedor,
Alguém não é sempre perdedor,
Como já dizia Nit:
"não nos é permitido nos enganar,
nem muito menos descobrir a verdade por acaso."
Tão difícil conhecer a si próprio,
quanto mais ao próximo
O seu inimigo de hoje é seu amigo de amanhã,
e o amigo de hoje é seu inimigo do dia seguinte!
É e pouco importa quais foram os motivos!


(Frase de Nietzsche)

"Perdoe os seus inimigos, mas nunca esqueça o nome deles”




O homem, não é má pessoa, não é de nossa lei julgar e condenar ninguém, mas os fracos não são aqueles que amam, mas sim os que têm medo de amar!
Mentir pra si próprio é que é o X da questão.
A covardia faz parte dos fracos, pessoas que nunca saberão amar.
Índole não vem de conceitos morais, mas sim de lealdade!
Faz parte, mas eu não sei fingir!
Acostumo-me com pouco, desde que seja de verdade!

(Desireé)

terça-feira, 11 de maio de 2010

ZYZ

É moda ser tachada de louca
É moda ser tachada de ma
Dizerem que faz coisas que nunca passou
E está certo que ninguém é santo,
Mas quem é quem pra dizer o que faz ou deixa

Não sei se sou eu que não dou valor a mim
Não sei se sou eu que não dou valor a eu
Ou se são eles que inventam

Falam que sou:
“A errada, que sou a mau, que levo todo mundo”
Mas ninguém é obrigado a fazer o que não quer
Se você faz é por que é!
Não é porque escuto e deixo falar,
Que tens o direito de me humilhar
Pode ficar sabendo que um dia vai cagar!
E não adianta comer feijão e arrotar Caviar!

Não sei se sou eu que não dou valor a mim
Não sei se sou eu que não dou valor a eu
Ou se são eles que inventam


(Desireé)


(Todos os direitos reservados)

O Artista Poeta

Arte é para quem pode não pra quem quer!

Por que todos os artistas são incompletos?
Incompletos, porque seu coração só sabe servir,
ou por que nunca estão contentes com simples pão com margarina?
Sua cena será eternamente brilhar.
Sua sina será definitivamente ofuscar.
Artistas não são artistas por acaso,
porém e por acaso, o artista é carne e osso!
Nunca aprendemos com os nossos erros,
viramos as páginas, e jamais nos conformamos com a perda,
convivemos com nossas dores, mas nunca com o abandono!
Isolamos, sim!
Mas só no momento criativo,
chame como quiser fuga, surto ou coisa qualquer...
Nos consolamos com nossos egos, máscaras,...
mas não, não somos falsos, apenas sensíveis.
Por quê?...
Porque, bela ou ruim não existe arte sem o artista, famoso ou não!

(Desireé)