quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Mudar?




Admitir que nada é para sempre é sinal que as coisas mudam
Mas sentir a mudança dentro de si mesmo é ter coragem
Coragem pra não chorar quando o que mais quer é o colo de mãe
Dormir sozinho quando quer o abraço de um ursinho
Ter a noção que aquela sapatilha já não te serve mais
É ver o universo conspirar e ainda continuar
Não se deixar abater quando a carne já foi pro abate
Apagar as luzes sem historinhas
Escolher entre o pão e o feijão
x-salada ou so salada
Sabão ou Ração...
Admitir sim, uma perda,
mas nunca uma derrota!
Exite um novo jeito é só querer...

segunda-feira, 2 de agosto de 2010



Don't Cry
Talk to me softly
There's something in your eyes
Don't hang your head in sorrow
And please don't cry

I know how you feel inside
I've been there before
Somethings changing inside you
And don't you know

Don't you cry tonight
I still love you baby
Don't you cry tonight
Don't you cry tonight
There's a heaven above you baby
And don't you cry tonight

Give me a whisper
And give me a sign
Give me a kiss before
Youu tell me goodbye

Don't you take it so hard now
And please don't take it so bad
I'll still be thinking of you
And the times we had baby

Don't you cry tonight
Don't you cry tonight
Don't you cry tonight
There's a heaven above you baby
And don't you cry tonight

And please remember
That I never lied
And please remember
How I felt inside now honey

You gotta make it your own way
But you'll be alright now sugar
You'll feel better tomorrow
Come the morning light now baby

Don't you cry tonight
Don't you cry tonight
Don't you cry tonight
There's a heaven above you baby

Don't you cry, don't you ever cry
Don't you cry tonight
Baby, maybe someday
Don't you cry, don't you ever cry
Don't you cry tonight

(Guns n' Roses)

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Deixe me ir


Não me lembro quando foi a ultima vez que me fez sorrir.
Não me lembro o que existe de bom em mim.
O sangue jorrado,as tramas tratadas,
acordos, regras impostas por nós,
Lado esquerdo,lado direito,
doce e salgado,
preto e branco?
Os mesmos, os mesmos, ainda...
motivos de discórdias!
Olhos vermelhos, camas separadas!
Onde foi que se perdeu?
Retratos,destilados, por favor!
O que realmente aconteceu?
Antes era nosso,
agora é seu!
Deixe me ir, deixe me ir
Não diga vá, querendo...
fique...
Mais uma vez eu fico, sabendo...
Amanhã, oh não, não será dia diferente...
Não me lembro quando foi a ultima vez que me fez sorrir.
Não me lembro o que existe de bom em mim.
Deixe me ir, deixe me ir
Não diga vá querendo...fique
Mais uma vez eu fico,mesmo sabendo...
lindos lagos de água salgada
lindos pássaros,mas ela...
ela ainda sabe mentir.

(Desireé)

domingo, 11 de julho de 2010

Cadê a explicação?



Cadê a explicação?
Não faz sentido!
Não verbos,
já não tenho adjetivos!
Mas alguém já tinha dito:
-Qual é a do tempo?
Ai meu Deus eu ainda não acredito!
Talvez dêem certo!
Mas eu vou torcer para que não...
Sim eu não acredito!
São quase meus irmão!
Sim eu não acredito!
Vou torcer para que não...
Não estou sendo egoísta,
Muito menos pessimista,
Só um pouco realista!
Não me odeiem só não posso e nem quero olhar...
Sim eu não acredito!
São quase meus irmão!
Sim eu não acredito!
Vou torcer para que não...

(Desireé)

quinta-feira, 27 de maio de 2010

A narrativa seriada

A televisão é composta por diversas narrativas, e sua programação é freqüentemente concebida em formas de blocos onde varia de acordo com cada modelo de televisão. Televisões comerciais têm blocos de menor duração que televisões públicas. Nas formas narrativas é geralmente estruturado sob a forma de capítulos ou episodio cada um deles apresentado em um dia ou horários diferentes separados em breaks, para comerciais ou para outros programas a seguir. Existem três tipos de narrativas seriadas, primeiro é o caso das novelas, pois existem mais de um conflito básico que é estabelecido logo no inicio dos capítulos e vai desenvolvendo-se ao longo da audiência.Segundo é, cada transmissão é uma historia completa, com começo meio e fim, onde sempre repete apenas os personagens, mas a historia varia, como por exemplo, Os Aspones ou Cilada.
Cilada onde Bruno Mazzeo, de um jeito divertido enfrenta diversos conflitos, onde ele esta sempre numa situação constrangedora e diversas formas de tentar encarar ou se livrar de uma situação cómica.
Já o terceiro tipo o que preserva é a essência da historia onde pode variar os artistas e ate mesmo o roteiro.



Os Aspones é um seriado com os mesmos personagens, só muda a situação cômica, em episódios, onde os personagens vivem situações engraçadas que acontece num escritório, típica vivência de trabalho, a historia se passa numa repartição publica, onde todos os funcionários são personagens fora do comum, e um chefe com complexos, que adora as musicas de Oswaldo Montenegro que para ele é um grande inspirador.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Acordar e não ver o sol, é estar dormindo!



Você passa todos os dias inutilmente, por aquela calçada
e nunca viu aquela pedrinha.
Pedrinha que brilha com o sol de dia
e com a lua a noite.
Ela passa a fazer de tudo para chamar sua atenção
E você nunca viu aquela pedrinha?
Quando chove, ela permanece ali sem guarda chuva
Sem toca, e sem capa,
você, ocupado com o gel, com o cabelo.
Faz calor, ela ainda ali, com sede, mas ainda ali
E você preocupado com ponteiros do relógio!
É tarde e ela ainda esta ali, do mesmo jeito
Da mesma cor, sempre alegre...
e você...nunca viu aquela pedrinha
Mas ela continua ali, tentando,
e você...o terno engomado que o importa!
No frio ela o cobre,
De noite, vigia teu sono
Para ela não importa se tem só arroz, ou se tem mistura
Se o sapato é novo ou é chinelo,
quer você ao lado.
Ate que os dias inutilmente por aquela calçada,
a única vez que realmente a percebe,
não é só uma pedrinha, é teu diamante.
Um Gari a varre, a leva embora...

(Desireé)

sábado, 15 de maio de 2010

Faça-me silêncio

Sobrara só de mim,
hoje a carcaça,
porque minha mente
estará em repouso.
Espero repousar logo,
em meu leito eterno só um suspiro
que seja o ronrono de um bichano.
Ao cair num silencio profundo,
ainda que o corpo parado no espaço.
Ele virá ao meu encontro,
Num encanto
Que eu canto
Mas só por enquanto
Justo neste conto,
Que lês conto.
Por que jaz não sou mais a mesma.
Faça-me aquele...
aquele cafuné!

(DESIREÉ)